MÓDULO 2 - UNIDADE 1
Diário de Bordo
Na unidade I, obtive informações, explicações, e diversos pontos de vista sobre determinados assuntos. Assim, pude chegar a um conjunto de conclusões sobre os mesmos, por isso pretendo destacar minhas opiniões aleatoriamente sobre os que mais me interessaram e foram apresentados.
Salientarei sobre o preconceito, pois sei o quanto ele é prejudicial às pessoas, e como causa danos em diversos aspectos do ser humano vitimizado, diminuindo seu rendimento, e pior, atrapalhando a vida deste por longo período de tempo.
Porém, como é preciso fazer uma análise mais sucinta e objetiva, defino preconceito como: A formação de um conceito precoce sem fundamentos, sobre determinado assunto, coisa, pessoa, ou grupo de pessoas, de maneira aversiva, ou seja, é a não aceitação do que é distinto ou não está de acordo com a ideologia do indivíduo preconceituoso, sendo assim, de cunho ignorante, e por causar prejuízos à vítima, sejam estes, físico ou psíquico, deve ser reprimido duramente, e corretamente como consta na Constituição, é um crime, e como tal, há punições.
O segundo que vale a pena ressaltar, é a questão: Cidadania passiva e a ativa.
Bom, foi definida a diferença entre ambas de forma clara, para tanto, explicarei sobre elas.
Cidadania Ativa: Quando da ênfase á uma educação coletiva instrumentalizando o jovem como alguém que participa da vida da cidade, é notável o desempenho direto destes no que se refere aos problemas sociais, econômicos e políticos. Com isso, é possível afirmar, que elas tenham um bom aproveitamento deste privilégio, contribuindo para uma melhora significativa das dificuldades enfrentadas em seu meio, ou seja, interferem de forma maciça no país por meio de greves, protestos; manifestações populares pacíficas. Dessa forma, participam dos assuntos de ordem pública e são vistos como sujeitos emancipados.
Já a Cidadania passiva: São os indivíduos que normalmente exercem seus papéis como cidadãos, família, escola, perante as leis e sociedade; simplesmente porque é um dever,
Concluindo, para haver uma boa cidadania, precisa-se ter bons cidadãos, e para haver bons cidadãos, necessita-se ter uma boa educação, além de uma cultura de pessoas íntegras e preocupadas com todos os outros. Portanto, é uma indagação bastante complicada e complexa.
MÓDULO 2 - Diário de Bordo
Nesta unidade pude entender que quando falamos em convivência na diversidade, o verdadeiro sentido caracteriza-se de forma ampla e abrangente sendo uma visão de educação inclusiva, ou seja, não só aquela direcionada a educação de pessoas com deficiência, mas de uma maneira geral todos os excluídos de uma educação básica e de qualidade e aqueles que estão excluídos: negros, pobres, pessoas com dificuldades de aprendizagem, crença e religião, etnias, etc. Enfim, são pessoas consideradas diferentes.
Penso que a escola como transmissora e mediadora de conhecimento precisa desenvolver e estimular uma convivência que "tolere a diferença do outro", no sentido de que possa respeitar e valorizar a diversidade humana, sendo uma verdadeira educação de qualidade.
Outro tema bastante interessante nesta unidade e que está relacionado à essa mesma questão: convivência na diversidade, é a pluralidade cultural no cotidiano escolar. Sabemos que em nosso país impera uma miscigenação, daí então a importância de uma educação igualitária que garanta a oportunidade de igualdade e cidadania.
Logo, o que acontece em nossa sociedade é sim um preconceito, porém um preconceito dissimulado, camuflado, escondido. É por isso, que deve ser posto em prática tudo o que foi dito até então, para que, pelo menos, haja uma melhora neste quadro atual. Tenho convicção de que se isso ocorrer, de fato, estaremos caminhando para um ensino não só prescritivo, mas que sugere mais atenção aos sujeitos e aos sentidos que estes atribuem sociedade democrática, justa e com liberdade em todos os aspectos da vida humana. É a partir da compreensão desses sentidos que se pode elaborar formas de intervenção mais adequadas e tolerantes às diferenças.
Precisamos lutar por coisas sólidas e benéficas, tais como: Acabar com a desigualdade social, erradicar a pobreza, zelar pela boa educação, brigar por saúde e segurança, não permitir a corrupção, seja no clero, na política, no social, ou em qualquer outro aspecto, respeitar o próximo, conviver com as diferenças, para poder estar em paz de corpo e espírito, e assim, ter uma vida feliz, próspera, e tanquila.
Isso é ter um mundo melhor. Pode chamá-la, utopia. No entanto, é indiscutível, que se as pessoas fizessem boa parte do que foi citado acima, a realidade seria com certeza, melhor, e não cruel, como é para muitos!
Portanto, tudo o que pode haver de bondade em um ser humano, é o melhor caminho para se escolher!
Módulo 3 - Unidade 3Por meio da leitura desenvolvida do texto: Sujeitos e Saberes da Educação Indígena, percebe-se que na abordagem os índios do Brasil e sul americanos, não tinham respeito, sendo vistos como indivíduos por seus colonizadores. Os índios eram escravizados, mortos, perseguidos e obrigados a fazerem o que eles queriam, com o discurso de que tinham que "ensinar" os índios a fim de civilizá-los. Portanto, a não aceitação por parte dos nativos, era considerada uma selvageria.
A educação destinada aos índios por parte dos jesuítas, tinha o objetivo de facilitar a escravidão dos índios, para que os colonizadores e os índios falassem a mesma língua para o desenvolvimento do trabalho escravo.
A educação indígena prevista na lei, bem como outras formas de proteção aos mesmos busca resgatar as origens e indentidades destes, porém ainda esta meta ainda está longe de ser alcançado, já que os índios continuam sendo marginalizados, injustiçados, e cada vez mais têm seu espaço e cultura invadidos pelos brancos.
Módulo 3 - Unidade 4
Gostaria de ressaltar e argumentar à respeito da co-relação entre estes temas abordados, Quilombo: do breve histórico do tempo ao quilombo atual e Concepções e abordagens teórico-pedagógicas da educação quilombola.
Os quilombolas têm a necessidade de provar que são os verdadeiros donos das terras que ocupam, há diversas gerações, e que estão nessas áreas, em função do regime escravista, seja pelas fugas que foram empreendidas, seja pela doação de glebas dos antigos escravistas, seja pelo abandono das terras dos antigos escravistas que os abandonaram à própria sorte. Vários são os motivos que fizeram com que esses grupos de afro-brasileiros constituíssem, nestas terras, seu local de residência, longe do universo urbano, distante da violência escravista.
Com estes argumentos, nota-se a importância de as terras pertencerem a eles. E ademais, um outro motivo; a educação.
Já no que diz respeito à educação, nestes territórios destinados aos mesmos por direito, há uma educação coletiva e participativa, que consiste na transmissão dos conhecimentos e valores necessários por meio dos mais velhos e sábios, os quais ministram orientação social, cultural, política, econômica e religiosa, juntamente com os valores éticos, e enriquecida com suas crenças, os mitos dos antepassados. Uma educação prática, de público: infantil, jovem e adulto, e, com esta metodologia, todos participam com a mesma intensidade e assiduidade.
Logo, é de devida importância, desta forma, as terras e o respeito à cultura dos quilombolas, uma vez que é notório o precário acompanhamento dos poderes públicos (federal, estadual e municipal), em se tratando do pessoal que ocupa as terras em questão.
MÓDULO 4 - UNIDADE 2
Diário de Bordo
No que tange os conceitos de Gênero e Diversidade Sexual, pressuponho que embora cada um de nós nascemos como machos e fêmeas, homens e mulheres, não significa que devemos seguir padrões e paradígmas impostos desde que nascemos. Na verdade somos assim do ponto de vista social, que coloca em primeiro plano uma diferença anatômica e sexual sem reflexão, desconciderando a imensa diversidade que existe entre nós.
Portanto as representações de gênero femilinidade, masculinidade devem ser entendidos como uma construção que sofrem mutações através do tempo na sociedade.Dessa forma possui caráter histórico, cultural, social e político, tendo como pressuposto um processo complexo e flexível.
Devemos compreender que é imprescindível proporcinarmos uma educação emancipatória e que tem a diversidade sexual entendida como não linear sendo uma manifestação plural.
MÓDULO 4 - UNIDADE 3
Diário de Bordo
Entre os conceitos que pude analisar, percebe-se que neste contexto, há um importante conceito, que mostra que os africanos de diferentes etnias nacionais da África não nasceram escravos, porém foram escravizados pelo sistema político-econômico, e pela instituição sócio-jurídica, determinada pelos conquistadores. Com isso, os africanos perdem sua identidade cultural, passando a serem escravos, sendo filhos de uma natureza imutável.
Dessa forma, pude entender que ideologicamente o europeu faz acreditar que não fez nada de errado, apenas manteve o africano em sua natureza própria de escravo. O que não é verdade, pois os africanos sempre foram escravizados, vistos como escravos que nascem, crescem, reproduzem e morrem, sem nenhuma transformação social para os mesmos.
MÓDULO 4 - UNIDADE 4
Diário de Bordo
Pensando em estratégias de ensino inclusivas para alunos com deficiência, nós enquanto professores, nunca devemos agir de maneira generalizada, com pensamentos, crenças, etc., que descaracterizam o aluno com deficiência.
Quando fazemos uma reflexão sobre o aluno com deficiência, então estamos enxergando-o como ser humano, com habilidades e limitações que lhes são próprias. Assim, é possível propormos estratégias de ensino condizente a cada um dos tipos de deficiência, levando em conta as características de cada aluno, suas necessidades e potencialidades.
Portanto, para que se tenha uma educação de qualidade, é preciso compreender que uma pessoa com deficiência, necessita de suportes: materiais, estruturais e humanas, para uma plena inserção de direitos e deveres na sociedade.
Uma sociedade realmente inclusiva vai além da esfera governamental e legal, envolve também as questões de formação do cidadão, pois a valorização e respeito às diferenças, depende de uma convivência na diversidade que contribuam para um princípio básico.
Referência: CUNHA, Marilda Ferreira da Silva. Diário de Bordo; convivendo com as diferenças.
Referência: CUNHA, Marilda Ferreira da Silva. Diário de Bordo; convivendo com as diferenças.
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