MÓDULO 3 UNIDADE 4: SUJEITOS E SABERES DA EDUCAÇÃO QUILOMBOLA.
Pelo que consta nessa unidade sobre os saberes dos Quilombolas, essa comunidade não surgiu apenas de um período antigo, lá do tempo da escravatura, e sim fazem parte da vida atual dos dias de hoje, inclusive constituintes do cenário paulista, inclusive nos Vales: Ribeira e Paraíba,litoral sul e norte, enfim, estão por muitos lados do nosso país.
Para conhecer mais sobre essa comunidade, que nos levam a repensar o passado, verificar o presente e formular o futuro, é necessário conhecimento e at´e mesmo contato com essa gente tão lutadora que como os índio, o homen do campo, os jovens e adultos, buscam um espaço no mundo, fogem de preconceitos e se recompõe de tantos sofrimentos já vividos.
De acordo com a idéia de FONSECA, creio eu também que essa comunidade tem muito a nos ensinar é verdadeiramente uma rica troca de aprendizados.
Analisando o passado verifiquei que no Brasil no período colonial, Palmares também acolheu diferentes etnias africanas, que juntou-se com uma boa quantidade de indígenas, homens e mulheres de origem européia que não aceitavam o regime monárquico.Assim houve uma grande revolução desses povos em Palmares que combatiam a sociedade e o regime escravista. Visto que isso fora uma grandiosa atitude deles, porque, lutaram pelos seus ideais, não aceitaram o que lhes impuseram, e isso não só porque não achavam correto aquele regime, mas, porque sofriam na pele os sofrimentos, as desigualdades, eram feridos físicamente e emocionalmente por tamanha violência. Não tinham mais moral e nem dignidade, suas faces eram tomadas por dor, muita dor, quantas injustiças carregavam sob as costas.
Ao fugirem buscavam por lugares de difícil acesso nas matas e que tivesse rios, corrégos que facilitasse o acesso a água par sua sobrevivencia, ali estavam também submetidos a grandes risco de morte, porém valia a pena fugir.
O interessante é que esses quilombolas de hoje reiniciaram o quilombo antigo, partindo das bases culturais deixadas por seus antepassados,e com isso tranpuseram as gerações mais novas seus valore culturais.
Assim o negro continua lutando, taves não mais por liberdade mas por justiça, igualdade de oportunidades na sociedade, por dizer "não" a disciminação e o racismo.Essa sociedade deve obter o reconhecimento na sociedade, inclusive na sociedade paulista que acolhe um bom percentual dessa comunidade. O nosso olhar nesse sentido não pode estar turvo, é preciso enxergar os percalços que invadem nosso mundo, deixando de ser parte dessa sociedade tão injusta que olha apenas entorno de si mesma, enclausurada nonpróprio egoismo e incapaz de ver no outro personagens com direitos iguais.
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